O estudante da Unicamp Otávio Caligari estava no Haiti no momento do terremoto. Aqui no blog cheguei a divulgar alguns depoimentos dele e do grupo que postava no blog “Pesquisadores no Haiti”(http://lacitadelle.wordpress.com/), direto de Porto Príncipe.
O vídeo abaixo é o depoimento de Otávio durante a atividade de solidariedade ao Haiti promovido pela Conlutas no Fórum Social Temático de Salvador.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Confraria
Terminou ontem em Salvador o Fórum Social Temático, versão descentralizada geograficamente do Fórum Social Mundial. O leitor Arnaldo José esteve no evento e disse que “... o Fórum foi lastimável, ao contrário das atividades da Conlutas, ANEL e Intersindical. Ontem presenciamos o abraço fraterno de PLÍNIO, BABÁ E ZÉ MARIA. Foi emocionante... Plinião colocou que a única vitória que tivemos no ano passado foi o início das conversas da unificação das centrais SOCIALISTAS e anti-imperialistas. Hasta la victória, SIEMPRE!”

Duranto o evento e em plenária conjunta, Conlutas, Intersindical e outros setores aprovaram o manifesto “Organizar a resistência dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras” e o calendário de unificação com as seguintes datas:
Inscrição de teses: até 15 de março
Assembléias para eleições de delegados: 01 de abril a 15 de maio
Pagamento de inscrições: até 20 de maio
Congresso: 05 e 06 de junho
Leia ainda: Fórum Social Lulou

Duranto o evento e em plenária conjunta, Conlutas, Intersindical e outros setores aprovaram o manifesto “Organizar a resistência dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras” e o calendário de unificação com as seguintes datas:
Inscrição de teses: até 15 de março
Assembléias para eleições de delegados: 01 de abril a 15 de maio
Pagamento de inscrições: até 20 de maio
Congresso: 05 e 06 de junho
Leia ainda: Fórum Social Lulou
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Postado por
Cândido Cunha
às
1.2.10
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José Maria Almeida,
Plínio de Arruda Sampaio,
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Contraponto
Enquanto o sindicalismo de governo caminha para a completa adesão á campanha de Dilma Roussef e entrega os trabalhadores aos ataques dos patrões e governos, os setores combativos, felizmente ainda existentes, caminham para a unificação.
Em Plenária no próximo dia 30, Conlutas, Intersindical Pastoral Operária Metropolitana de São Paulo, Movimento Terra e Libertação - MTL, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto - MTST e do Movimento Avançando Sindical – MAS discutirão o Congresso que caminha para a formação de uma só organização.
A Plenária será na UCSAL (Universidade Católica de Salvador), Campus da Federação – avenida Cardeal da Silva, 205, Federação, Salvador. O horário de início da Plenária será 9h, dia 30 de janeiro.
Fonte: Conlutas
Leia ainda: O velho “novo sindicalismo”
Em Plenária no próximo dia 30, Conlutas, Intersindical Pastoral Operária Metropolitana de São Paulo, Movimento Terra e Libertação - MTL, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto - MTST e do Movimento Avançando Sindical – MAS discutirão o Congresso que caminha para a formação de uma só organização.
A Plenária será na UCSAL (Universidade Católica de Salvador), Campus da Federação – avenida Cardeal da Silva, 205, Federação, Salvador. O horário de início da Plenária será 9h, dia 30 de janeiro.
Fonte: Conlutas
Leia ainda: O velho “novo sindicalismo”
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Indígena peruano pede saída da Petrobras de reserva na Amazônia
Luana Lourenço*
O líder indígena Henderson Hualinga, da Associação Interétnica de Desenvolvimento da Selva Peruana, pediu ontem (27), durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, a saída da Petrobras de uma área de exploração de petróleo em uma região de floresta situada no noroeste do Peru.
“Na região do Lote 117 [na fronteira Peru-Equador-Colômbia], os povos quechua estão dizendo bem claro que não querem a Petrobras. Ali é uma reserva natural e nós queremos nosso território são”, disse, em um debate sobre sustentabilidade.
Segundo Hualinga, a empresa brasileira explora petróleo em uma área concedida pelo governo peruano sem consultar os povos indígenas que vivem na região.
“O governo peruano tem entregado nossos territórios a empresas multinacionais, porque lá estão o petróleo, a madeira, todos os recursos que nós temos. O governo não nos considera e não nos respeita, por isso faz todo tipo de negócio com nossa terras sem nos consultar. As empresas exploram e deixam para nós a contaminação e as enfermidades.” A Petrobras não se pronunciou sobre o assunto.
Hualinga também denunciou a perseguição de líderes indígenas da Amazônia peruana por causa da defesa dos interesses dos povos tradicionais da região. “A mobilização tem tido um custo alto para nós, com morte de indígenas e de policiais, nossos compatriotas. E há amigos exilados na Nicarágua porque são perseguidos por defender a sobrevivência do povo peruano.”
A entidade vai aproveitar o FSM para fazer um abaixo-assinado pedindo a volta dos exilados indígenas ao Peru.
*Fonte: Agência Brasil/Amazônia.org
O líder indígena Henderson Hualinga, da Associação Interétnica de Desenvolvimento da Selva Peruana, pediu ontem (27), durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, a saída da Petrobras de uma área de exploração de petróleo em uma região de floresta situada no noroeste do Peru.
“Na região do Lote 117 [na fronteira Peru-Equador-Colômbia], os povos quechua estão dizendo bem claro que não querem a Petrobras. Ali é uma reserva natural e nós queremos nosso território são”, disse, em um debate sobre sustentabilidade.
Segundo Hualinga, a empresa brasileira explora petróleo em uma área concedida pelo governo peruano sem consultar os povos indígenas que vivem na região.
“O governo peruano tem entregado nossos territórios a empresas multinacionais, porque lá estão o petróleo, a madeira, todos os recursos que nós temos. O governo não nos considera e não nos respeita, por isso faz todo tipo de negócio com nossa terras sem nos consultar. As empresas exploram e deixam para nós a contaminação e as enfermidades.” A Petrobras não se pronunciou sobre o assunto.
Hualinga também denunciou a perseguição de líderes indígenas da Amazônia peruana por causa da defesa dos interesses dos povos tradicionais da região. “A mobilização tem tido um custo alto para nós, com morte de indígenas e de policiais, nossos compatriotas. E há amigos exilados na Nicarágua porque são perseguidos por defender a sobrevivência do povo peruano.”
A entidade vai aproveitar o FSM para fazer um abaixo-assinado pedindo a volta dos exilados indígenas ao Peru.
*Fonte: Agência Brasil/Amazônia.org
Frases

“Estamos em um momento de reflexão, pensando em um novo modelo para seguir. Nos anos 70 e 80, bastava ocupar terras e se conseguia apoios que resultavam em pressão política. Hoje, a ocupação de terra não soma aliados. Portanto, não interessa mais. Estamos buscando novas alternativas para fazer aliados. E a que está se mostrando mais compatível é a aliança com trabalhadores da cidade.”, disse João Pedro Stédile, da coordenação nacional do MST em entrevista ao jornal “Zero Hora” de Porto Alegre (27 de janeiro de 2010) sobre o momento vivido pelo movimento e sobre a “nova estratégia” que inclui não mais ocupar terras.
Leia a entrevista em: “A ocupação de terra não soma aliados”
Leia a entrevista em: “A ocupação de terra não soma aliados”
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Fórum Social Lulou
É incrível como o Fórum Social, que este ano está descentralizado, capitulou completa e alienadamente ao lulismo. E olhe que antes não era permitida a presença de governos e partidos, mas parece que em ano eleitoral e para o líder messiânico do PT, pode. Tanto pode, que faz parte da programação do evento.Vejam o que está no blog “Amigos do Presidente Lula”, sobre a sua participação no evento:
Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula ...
Lula é recebido como herói no Fórum Social Mundial
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