quarta-feira, 22 de junho de 2016
Servidores do Incra em Santarém farão eleição para escolha de novo Superintendente
domingo, 3 de abril de 2016
Carta de reivindicações dos servidores da SR 30 – Santarém (PA)
Crise política provoca “turbulência” e Superintendente do Incra de Santarém é exonerado (O Impacto)
Nota de apoio à gestão de Claudinei Chalito no Incra – SR30 (Terra de Direitos)
Servidores e movimentos sociais fazem protesto no Incra em Santarém (G1)
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Carta aberta sobre a Operação “Madeira Limpa”
sexta-feira, 15 de março de 2013
Palestra: "A luta pela terra e por recursos naturais no oeste do Pará"
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Manifesto pela liberdade imediata dos operários de Belo Monte
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Lutar não é crime!
O que se vê é regime de semi-escravidão nos Canteiros de Belo Monte. A Falta de segurança que os operários estão submetidos já causou diversas mortes na obra modelo do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Os trabalhadores de Belo Monte não são vândalos, só estão lutando por seus direitos. São seres humanos corajosos que, mesmo com a traição e a falta de democracia de sua entidade sindical, foram capazes de se organizar para lutar, enfrentar as grandes empreiteiras e paralisar um monstro que está acabando com suas vidas.
O que se pode ver é a tentativa do CCBM (Consórcio Construtor Belo Monte) de criminalizar as lutas sociais. Exigimos do governo Dilma que intervenha e assuma sua responsabilidade diante do caos que se impõe à vida dos trabalhadores nessas grandes obras. Não há provas contra eles, portanto trata-se de presos políticos e isso nós não podemos aceitar!
Belo Monte: Para o CCBM, é R$ 22,5 Bilhões do dinheiro público. Para os trabalhadores, prisões e demissões. Basta!
Em todos os noticiários deu-se destaque a “grande” notícia: “BNDES libera 22,5 bilhões em financiamento para construção de Belo Monte”. Vejam que isso é o equivalente a 132 anos de todo o orçamento da cidade de Altamira, um absurdo! O pior é ver a Dilma liberar toda essa farra com o dinheiro público exatamente depois do CCBM mandar prender e demitir operários.
Não há como não indignar-se. Estamos falando de dinheiro público liberado para a iniciativa privada enquanto, só em nossa região, existem 2,65 milhões de pessoas em situação de miséria. Trata-se de um total desprezo dos Governos de Dilma e de Jatene para com as causas dos mais pobres, dos ribeirinhos, dos pescadores, dos povos nativos e dos trabalhadores em geral.
Como se tudo isso não bastasse, a cidade está privatizada e militarizada. Pelas ruas do centro e em torno das obras, convivemos com a presença ostensiva de inúmeros veículos conduzindo homens armados, seja da segurança pública ou privada. Para reprimir os trabalhadores até o Exército tem sido usado em treinamentos em Belo Monte. Enquanto isso, o CCBM compra carros para bombeiros, auxilia a polícia e a Norte Energia patrocina um encontro nacional de magistrados em Belém. Lutemos contra tudo isso!
Liberdade imediata aos operários presos.
Não à criminalização dos movimentos social, justiça já!
Altamira, 10 de dezembro de 2012.
CSP CONLUTAS - Central Sindical e Popular
MXVPS - Movimento Xingu Vivo Para Sempre
SDDH - Sociedade em Defesa dos Direitos Humanos
SINTICMA - Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e da Madeira de Altamira
OTL - Oficina Território Livre
CIMI - Conselho Indigenista Missionário
SINTEPP - Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará
SINTSEP - Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado do Pará
Movimento Negro Altamira
PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Servidores do Incra em Santarém iniciam greve em 18 de junho
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Nota do SINTSEP-PA sobre a demissão do superintendente do INCRA em Santarém
As denúncias feitas pelos servidores do INCRA, em Santarém, apontam para um escândalo na administração pública. As promiscuas relações de indicações políticas e desvios de dinheiro se mostram intimamente ligadas.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Dia Nacional de Luta dos Servidores em Belém e Santarém
Servidores públicos da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e da Universidade Federal do Pará (UFPA) realizaram um ato simbólico ontem em frente à Ufra para pedir melhorias salariais. A manifestação teve início por volta das 7h e o trânsito na avenida Perimetral chegou a ser interditado por alguns minutos. Enquanto professores cruzaram os braços por um dia, os funcionários administrativos mantêm o movimento grevista, que já dura um mês.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Ato unificado reúne centenas de servidores e estudantes em Santarém
Mobilizaram-se para o ato as bases das seguintes categorias: SINTSEP-PA (INCRA, FUNASA e outros servidores públicos federais); SINTEPP (professores estaduais); SIPROSAN (professores municipais); Previdenciários e as três categorias da Ufopa (professores, estudantes e técnicos – com paralisação a partir da deliberação da assembléia conjunta), além de inúmeros estudantes secundaristas.
O ato contou com a presença de 600 a 800 pessoas que se concentraram na praça São Sebastião a partir das 8 horas da manhã. Às 9 horas, uma passeata saiu pelo centro da cidade, causando grande impacto no trânsito e no comércio.
Servidores do Incra aderiram em peso à manifestação. No dia anterior uma assembleia bastante representativa deliberou a participação no ato e aprovou paralisação de forma unânime.
Na Ufopa, a reitoria anunciou que cortaria o ponto de quem aderisse à mobilização, o que não impediu a participação de muitos docentes e técnicos-administrativos. A professora Edna Marzzitelli fez uma fala conclamando a população a olhar o que se passa nesta universidade, especialmente o assédio e perseguições sofridas pelas categorias e a precarização do ensino a partir do modelo imposto pela reitoria nomeada pelo MEC.
Falando pela Assembleia Nacional dos Estudantes Livre (Ane-L), Isabella Fioravante parabenizou os trabalhadores e estudantes pelo vitorioso ato e convocou todos os presentes a manter a mobilização unitária para enfrentar os ataques contra os direitos dos trabalhadores e à educação pública.
Confira abaixo as fotografias do ato:
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Servidores pararão nesta quarta-feira
Além da Universidade Federal do Oeste do Pará (professores, técnicos e estudantes), várias outras categorias aderiram ao calendário nacional de lutas neste dia 11 de maio em Santarém.
No Incra, uma assembleia com 45 servidores deliberou hoje de forma unânime adesão ao movimento. Na base do SINTSEP-PA, deverão se mobilizar ainda servidores da Ibama, Funasa e Ministério da Agricultura.
Na base da educação, professores municipais e estaduais também participarão de ato público unificado marcado para 8 horas da manhã, na Praça São Sebastião.
Saiba mais sobre a Campanha Salarial Unificada dos Servidores Públicos Federais:
Eixos da campanha:
• Política salarial permanente com reposição inflacionária, valorização do salário base e incorporação das gratificações;
• Contra qualquer reforma que retire direitos dos trabalhadores;
• Regulamentação /institucionalização da negociação coletiva no setor público e direito de greve irrestrito;
• Retirada dos projetos e medidas de ataque ao serviço público e aos servidores;
• Cumprimento por parte do governo de acordos firmados e não cumpridos;
• Paridade entre ativos, aposentados e pensionistas;
• Definição da data-base do funcionalismo em 1º de maio.
Medidas que põe em risco o serviço público e os servidores:
• Corte de 52 bilhões no orçamento e a suspensão de concursos públicos;
• Projeto de Lei Presidencial n° 01/2007 que limita as despesas com pessoal da União nos próximos anos à inflação mais 1,5% ao ano, significando uma política de arrocho salarial e engessando a realização de concursos públicos por dez anos;
• Projeto de Lei Presidencial n° 97/2007 que autoriza a criação de fundações públicas de caráter privado possibilitando a contratação de pessoal pelo regime celetista (CLT) para a prestação de serviços públicos nas áreas de saúde, educação, meio ambiente, previdência complementar, ciência e tecnologia entre outros, rompendo com o Regime Jurídico Único (RJU) dos servidores;
• Projeto de Lei Presidencial n° 248 que permite a demissão do servidor por insuficiência de desempenho, inclusive nas carreiras exclusivas de Estado;
• Medida Provisória 520/2010: assinada nos últimos dias do governo Lula, autoriza o Poder Executiva a criar a “Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, com personalidade jurídica privada que fará a gestão dos hospitais públicos universitários;
• Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 306/08 do deputado Eduardo Valverde (PT-RO) que extingue o Regime Jurídico Único para os servidores públicos em geral, mantendo apenas as carreiras consideradas típicas de Estado como diplomacia e Justiça.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
O Dia da Mentira no Incra de Santarém



Leia ainda:
'Ato da Mentira' - servidores federais protestam contra o governo (Notapajós)
terça-feira, 30 de março de 2010
1° de abril é Dia Nacional de Lutas
O tradicional “Dia da Mentira” será um Dia Nacional de Lutas do funcionalismo público federal contra as mentiras do governo federal, em especial as falsas mesas de negociação montadas nos últimos três anos e que agora se esvaziam diante do Projeto de Lei 549/2009 que está para votação na Câmara dos Deputados (Veja sobre isso em: Congelando: governo e Congresso querem a paralisia do serviço público federal).No Pará, o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais (SINTSEP) planeja com outros setores a realização de Atos Públicos em Belém e Santarém.
Na capital a mobilização será organizada por sindicatos, Conlutas e Intersindical. Será no Ministério da Fazenda (Avenida Gaspar Viana com Presidente Vargas). Em Santarém, a concentração será no Ministério da Agricultura.
terça-feira, 9 de março de 2010
Greve: justiça encerra processo que pretendia criminalizar dez servidores de Santarém
O processo foi movido pelo Superintendente Regional na época, Pedro Aquino de Santana, que pediu a desobstrução das dependências do Incra, a citação e a responsabilização dos servidores. A justiça federal determinou de imediato, em caráter liminar, a reintegração de posse do prédio. O pedido incluía ainda forte esquema policial para reagir a uma possível resistência por parte dos grevistas (vê INCRA: Reintegração truculenta em Santarém, publicado no blog Molotov na época).
Aliás, esse parece ser o único processo de reintegração de posse que Pedro Aquino moveu na sua gestão, apesar da região ter um longo histórico de grilagem e apropriação de terras públicas.
Mesmo depois do encerramento da greve, o processo correu e estava para ser emitida a sentença quando as entidades dos servidores, Assera, SINTSEP-PA e Assinagro, requisitaram ao atual Superintendente, Luciano Brunett, a suspensão da ação.
O superintende encaminhou o pedido dos servidores através da Procuradoria Regional em 2009 informando que “o prédio já foi desocupado e a autarquia desenvolve suas atividades normalmente”, mas havia ainda dúvidas se o juiz determinaria alguma sentença e se cobraria as custas processuais.
No último dia 01 de fevereiro, foi publicada a sentença com a extinção do processo sem resolução do mérito e sem custas e honorários advocatícios.
A decisão foi do juiz José Airton de Aguiar Portela e o número do processo na justiça federal é 2007.39.02.000731-0.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Pará: DDT faz mais uma vítima na FUNASA
Arquilau Ruiz havia recorrido à justiça para ter assistência médica, garantida pela FUNASA, caso apresentasse alguma seqüela ou sintoma de intoxicação causadas por exposição ao veneno.
Mas, o ex-agente faleceu sem qualquer auxílio do órgão. O quadro de saúde de Arquilau era crítico, em menos de seis meses ele perdeu os movimentos dos braços e pernas e tinha dificuldades em falar.
‘Nos últimos dois anos o companheiro Arquilau veio apresentando os sintomas da intoxicação. Entramos com uma ação judicial obrigando a FUNASA a garantir o tratamento de saúde dele, conseguimos essa tutela na justiça. Mas infelizmente a saúde desse servidor foi negligenciada. E ontem ele, infelizmente, veio a óbito. ’ Explicou o assessor de comunicação do Sindicato dos Servidores Públicos Federais Messias Flexa.
O inseticida DDT foi amplamente utilizado no combate a várias doenças como: dengue e malária, nas décadas de 70, 80, e meados dos anos 90. Muitos agentes que manipularam o produto apresentaram problemas de saúde decorrentes da exposição ao inseticida, e os que ainda não sofreram com os efeitos temem que venham ter complicações.
‘Nós temos em torno de 200 companheiros com ações judiciais, requerendo assistência médica. Todos os que manusearam esse produto tem um grau maior ou menor de intoxicação, dependendo da exposição ao veneno, e podem vir a sofrer as conseqüências, como o Arquilau, que faleceu ontem.’ Comentou Messias Flexa.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Federais a FUNASA recusa admitir que a exposição ao DDT foi o causador das doenças apresentadas por ex-funcionários.
‘Não havia equipamento de proteção, eles ficam totalmente expostos durante a borrifação. A FUNASA negligenciou, foi irresponsável com a saúde desse trabalhador, e de muitos outros. Infelizmente o Arquilau foi mais uma vítima. ’ Afirma Messias Flexa.
Fonte: Notapajós
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Propaganda sindical
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Indígenas ocupam FUNAI contra desmonte do órgão
Cerca de 300 índios realizam desde ontem pela manhã uma manifestação em frente à sede da Funai (Fundação Nacional do Índio), em Brasília. Eles protestam contra o decreto 7.056, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 28 de dezembro, que reestrutura o funcionamento da entidade. Alguns índios potiguara passaram a noite em frente ao prédio. Eles reclamam do possível fechamento da administração regional da Funai de João Pessoa. De acordo com os manifestantes, a Funai quer que os índios assistidos pela administração pernambucana --terceira maior população de índios do Brasil-- passem a ser atendidos pelas unidades de Fortaleza, Maceió e Paulo Afonso.
Entretanto, a assessoria da Funai disse na quarta-feira passada que está havendo um erro de interpretação. Segundo a fundação, a unidade em Pernambuco não será fechada, mas reestruturada e passará a ser uma coordenação técnica.
Índios e funcionários reclamam que não foram consultados sobre o documento proposto por Márcio Meira e assinado por Lula, conforme prevê a convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre Povos Indígenas e Tribais.
A Folha Online apurou que não houve reunião entre os funcionários de Pernambuco, e que o decreto pegou todos de surpresa. Os funcionários questionam principalmente o fato de Pernambuco depender da Funai de Fortaleza.
Segundo a Funai, na nova estrutura haverá 36 coordenações regionais, que são as unidades administrativas, localizadas em áreas estratégicas, considerando o aspecto da gestão territorial.
Essas coordenações regionais teriam os quadros ampliados, tanto em nível administrativo quanto técnico. Em 2010, a ideia, ainda de acordo com a assessoria da Funai, é contratar 425 servidores, chegando ao total de 3.100 novos funcionários contratados em 2012.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Na pressão contra Belo Monte!
Nada menos que 25 entidades e movimentos sociais pedirão judicialmente o cancelamento das audiências públicas sobre a hidrelétrica de Belo Monte ocorridas neste mês em Altamira, Brasil Novo, Vitória do Xingu e Belém.
FVPP- Fundação Viver Produzir e Preservar
CIMI- Conselho Indigenista Missionário
MMTACC- Movimento de Mulheres Trabalhadoras de Altamira do Campo e Cidade
SDDH- Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos
FASE-Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional
APACC- Associação Paraense de Apoio às Comunidades Carentes
MMCC- Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade
CEDENPA- Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará
SINTSEP/PA -Sindicato dos Trabalhos do Serviço Público Federal
SODIREITOS- Sociedade de Defesa dos Direitos Sexuais da Amazônia
PARU- Programa de Apoio à Reforma Urbana/ Instituto de Ciências Sociais Aplicadas/ ISCA da Universidade Federal do Pará
MAB-Movimentos dos Atingidos por Barragem
MST- Movimento dos Trabalhadores Sem Terra
FMAP- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense
MAMA- Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia
UNAMAZ- Associação de Universidades Amazônicas
FAOR -Fórum da Amazônia Oriental
UNIPOP- Instituto universidade Popular
IAMAS- Instituto Amazônia Solitária e Sustentável
FAMCOS-Federação das Associações de Moradores e Organizações Comunitárias de Santarém
FSPA- Fórum Social Pan Amazônico
Comitê em Defesa das Vidas da Criança em Altamira
CPT - Comissão Pastoral da Terra
ABONG - Associação Brasileira de ONG'
















