"A radicalização que estamos vivendo hoje, com ambientalistas e opinião pública de um lado e ruralistas com voto no Congresso de outro, não é boa para a Amazônia, nem para o meio ambiente e nem para o Brasil. O Brasil precisa mudar e aperfeiçoar sua legislação ambiental.Mas isso não pode ocorrer transformando os produtores e produtos da Amazônia em vilão, muito menos à custa do atraso", do Senador Tião Viana (PT-AC), em artigo que defende a MP 458, elogia Lula por pautar a "regularização fundiária" e se põe do lado dos "produtores".
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Frases
"A radicalização que estamos vivendo hoje, com ambientalistas e opinião pública de um lado e ruralistas com voto no Congresso de outro, não é boa para a Amazônia, nem para o meio ambiente e nem para o Brasil. O Brasil precisa mudar e aperfeiçoar sua legislação ambiental.Mas isso não pode ocorrer transformando os produtores e produtos da Amazônia em vilão, muito menos à custa do atraso", do Senador Tião Viana (PT-AC), em artigo que defende a MP 458, elogia Lula por pautar a "regularização fundiária" e se põe do lado dos "produtores".
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Postado por
Cândido Cunha
às
30.6.09
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Acre: MPF quer ouvir Tião Viana

Já está na Procuradoria Geral da República o pedido feito pelo procurador Ricardo Gralha Massia para o senador Tião Viana (PT-AC) explicar o uso indevido de patrimônio público para a promoção pessoal. Viana teve seu nome estampado em um automóvel doado pela Polícia Federal à Prefeitura de Jordão, município do Acre localizado na fronteira Brasil-Peru, para servir de ambulância na cidade. Ali, uma maca improvisada em uma motocicleta serve de “ambulância” para os doentes.
Como Viana tem foro privilegiado, o pedido de explicações é feito por meio do procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza. No final do inquérito, a Procuradoria da República poderá adotar uma série de medidas, a depender do tipo de irregularidade verificada. Uma delas seria a abertura de ação de improbidade administrativa contra os envolvidos.
Ricardo Massia também pediu explicações da PF e da Prefeitura de Jordão. À PF ele requisitou cópia do termo de doação e informações detalhadas acerca da origem do veículo, e da prefeitura, o procurador quer saber em qual estado o carro foi entregue, quem determinou a pintura e quanto foi gasto com o serviço. O delegado da PF no Acre, Alexandre Silveira de Oliveira, já se manifestou por meio da imprensa. Disse que o veículo — modelo Santana — foi repassado à prefeitura sem a pintura atual.
Fonte: Agência Amazônia
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