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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Fotografia
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Falece um símbolo da queda da ditadura brasileira
Morreu no último sábado (11), aos 41 anos, Rachel Clemens Coelho, símbolo da luta contra a ditadura militar (1964-1985) quando tinha apenas cinco anos. Em setembro de 1979, Rachel se recusou a cumprimentar o então presidente João Baptista Figueiredo (1979-1985), no Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, que visitava a capital mineira para lançamento do carro a álcool. Ela morreu de parada cardíaca. Deixou uma filha, Clara.
Ao dirigir o cumprimento para a menina, ela o rejeitou e permaneceu de braços cruzados. O pai de Rachel era funcionário do DER (Departamento de Estradas e Rodagens) de Minas Gerais, tinha sido convidado para o almoço e levado a filha ao evento. A imagem do fotógrafo Guinaldo Nicolaevsky, militante de oposição ao regime militar, foi publicada por diversos jornais e revistas no Brasil e no exterior.
Fonte: Jornal Metro
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Apoiadores de Dilma tentam criar imagem de candidata indigenista e ambientalista
A entrada em cena da candidatura de Marina Silva (PSB) à Presidência e o seu crescimento nas pesquisas eleitorais fizeram com a equipe de campanha da candidata e presidente Dilma Rousseff (PT) partissem para o ataque para a desconstrução da imagem da ex-ministra do Meio Ambiente. A ofensiva resultou numa pequena queda de Marina nas pesquisas, suficiente para um cenário mais favorável à Dilma no primeiro turno e de empate de Dilma com Marina no segundo turno.
Mas, para além da
demonização de Marina, parece que os apoiadores de Dilma resolveram agora dar
um verniz verde ou uma tintura de jenipapo para a candidata petista. Pelas
redes sociais, Dilma tem sido pintada como uma candidata ligada às causas
ambientais e indígenas, mais vistas como próximas de Marina, ainda que para
ambas esta imagem esteja muito mais na esfera do imaginário do que no mundo
concreto.
Dilma
indígena
Ainda que a palavra
“indígena” nem apareça no programa da candidata Dilma Rousseff e seu governo
tenha suspendido a demarcação de terras indígenas em todo país, atendendo a
interesses de setores ruralistas, a criação de uma Dilma defensora desta causa
tem sido sempre evocada nas redes sociais, embora nem sempre com a adesão
esperada de simpatizantes, acabando resultando, às vezes, no inverso: o
surgimento da crítica à política indigenista da petista.
Um exemplo disto ocorreu no
Facebook: a famosa foto da então guerrilheira Dilma Rousseff ganhou colares de
sementes e um cocar de penas da apoiadora Maria Rejane Reinaldo. Logo após a
publicação, a “guerreira indígena Dilma” , logo ganhou um comentário da
seguidora Kalu Chaves: “Mas a Dilma não
entende nada de índio, menina!” . A autora da ilustração responde com um
“ririririrririririrri”.
Já uma foto da Presidente
com lideranças, durante uma única reunião com indígenas durante todo o seu mandato, ocorrida durante as mobilizações de junho e julho de 2013, acabou sendo usada por suposto “Comitê Indígena Dilma Presidente”, com se fosse
um material de campanha. Sônia Guajajara, da Associação dos Povos Indígenas do
Brasil (Apib), uma das lideranças presentes na foto retrucou: “E não faço parte
de comitê nenhum!!! Essa reunião aí aconteceu em outro contexto e não comercial
pra campanha!!!”
Socioambientalistas
da Dilmal
O esforço para criar uma
imagem verde de Dilma prosseguiu no último fim de semana, com um evento de
supostos socioambientalistas com a presidente Dilma, com a presença de Leonardo
Boff. Na “foto oficial” do evento,
vinculada na propaganda de apoiadores da candidata, aprecem a Ministro do Meio
Ambiente Izabella Teixeira, o ministro licenciado da Secretaria Geral da
Presidência, Gilberto Carvalho e a ministro do desenvolvimento social e combate
a fome, Thereza Campello.
A ausência de figuras de peso para além de Leonardo Boff e ministros e a falta de intimidade desses com tema acabaram gerando uma irônica fotografia no evento, em que o nome da candidata à presidência formado pelas letras das camisas aparece como Dilmal.
A ausência de figuras de peso para além de Leonardo Boff e ministros e a falta de intimidade desses com tema acabaram gerando uma irônica fotografia no evento, em que o nome da candidata à presidência formado pelas letras das camisas aparece como Dilmal.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Nota: “Por que estamos paralisados?”
Neste
dia 04 de agosto, os Engenheiros Agrônomos da Superintendência Regional do
Incra de Santarém voltam a paralisar suas atividades. Muitos de nossos colegas
e o público que depende de nosso trabalho devem se perguntar: Por que eles
estão novamente parados? Infelizmente, este é o nosso único recurso para fazer
valer nossos direitos e conquistas e motivos para tal ato não faltam.
Redução salarial
Entre
julho de 2010 e dezembro de 2013, os Engenheiros Agrônomos do Incra tiveram
reajuste salarial zero. Em 2012, após mais de cem dias de greve, a categoria
nacionalmente sequer conseguiu acordar com o governo a reposição das perdas
inflacionárias para o período, aumentando ainda mais as distorções salarais com
outras carreiras de órgãos similiares ao Incra.
Somente
ao final de 2013, o governo concedeu um
reajuste em torno de 15%, fracionado em duas vezes para os servidores da ativa,
com impacto apenas nas gratificações de desempenho. Para aposentados e
pensionistas, o valor do reajuste foi ainda menor, dado que estes só recebem
metade do valor da gratificação de desempenho recebida pelos servidores ativos.
Este acordo salarial foi materializado pelo governo por meio de uma medida
provisória.
Mas,
até este pequena conquista, que sequer repõe a inflação e não corrige as
distorções, foi destruída pelo governo Dilma Rousseff. Durante a discussão da medida provisória no
Congresso Nacional, parlamentares aprovaram alterações no texto proposto pelo
governo, visando equiparação salarial de todos os servidores do Incra com os
servidores da área ambiental (Ibama e outros).
Mas,
logo depois, mostrando o seu total descomprisso com a reforma agrária, a
presidente petista Dilma Rousseff vetou esta mudança e consequentemente, nem a
“equiparação com o Ibama” nem os 15% parcelados passaram a vigorar. Este
problema se agravou ainda mais, já que o governo federal condicionou o retorno
do valor dos salários ao patamar de dezembro de 2013 à aprovação da Lei de
Diretrizes Orçamentárias de 2015 pelo Congresso.
Os
Engenheiros Agrônomos do Incra tiveram então seus salários reduzidos, passando
a ganhar o que ganhavam em julho de 2010, uma defesagem salarial de 04 anos. É
isso mesmo! Depois de quatro anos e num governo que se diz dos “trabalhadores”,
trabalhadores do Incra tiveram seus salários reduzidos.
Ausência de segurança no trabalho
Outra
demanda história dos Engenheiros Agrônomos do Incra e negligenciada pelo
governo é a questão de segurança no trabalho. É obrigação de todo empregador,
inclusive do Estado, fornecer equipamentos de segurança e prevenção de
acidentes aos seus trabalhadores quando estes estão expostos a situação de
risco. Apesar disto e de inúmeros documentos, paralisações, demandas judiciais
e reuniões da categoria exigindo apenas o cumprimento da lei, até hoje o Incra
se nega a cumpri-la. Por isso, os Engenheiros Agrônomos decidiram: não fazem
trabalho que os expõe a riscos sem o fornecimento de equipamento de segurança
individual, que são essencialmente os trabalhos de campo (EPI).
No útlimo dia 04 de junho, até um Termo de Ajustamento de Conduta
junto ao Ministério Público do Trabalho visando assegurar o fornecimento desses
equipamentos o Incra se negou a assinar, mesmo com inquéritos civis abertos em
cincos estados. Em reunião, o próprio
Diretor Nacional de Gestão Administrativa do Incra admitiu, em ofício, que
existe a solicitação e que esta não foi atendida por falta de "rubrica
orçamentária". Procuradores do
Incra em Brasília chegaram a afirmar junto ao Ministério Público do Trabalho
que o órgão está "voluntariamente" providenciando o fornecimento dos
equipamentos e que em 40 anos de existência, nunca houve um acidente de
trabalho no Incra!
Por isso, além da paralisação, neste 04 de agosto a categoria
formalizará junto ao Ministério Público do Trabalho em Santarém uma denúncia contra o Incra.
Assédio por meio de
avaliações
Se todas estas questões que afetam nacionalmente a categoria já
não fossem suficientes, localmente a falta de vontade e o despreparo de alguns
chefes nomeados se somam a este quadro de desvalorização do trabalho. Crescem
nos útlimos dias os casos de promoção de assédio moral contra servidores por
meio de mecanismos de avaliação de progressão funcional e de estágio
probatório, além de agressões morais contra servidores por meio de piadas e
insinuações.
Não tendo competência nem qualificação técnica para tocar os
trabalhos da Superintendência, estes chefes de ocasião tentam se utilizar do
mecanismo de assédio e desquafilicação da categoria junto ao público para
justificar a paralisia geral do Incra, causada não pelos servidores em geral,
mas pelo governo e seus lacaios locais. Além disto, buscam por meio do
mecanismos das avaliações, responsabilizar alguns servidores por aquilo que esses chefes não são
capazes de fazer ou não têm “tempo” para se dedicar.
A categoria unida se solidariza
com estes servidores, inclusive os não pertencentes à nossa carreira, e já está
tomando as devidas providências em cada caso.
Por tudo, isso estamos
paralisados nesta segunda-feira.
Leia também: Servidores do
Incra em Santarém protestam contra redução salarial – Por G1
Santarém e região
quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Fotógrafos registram desmatamento da Amazônia brasileira
Os fotógrafos Nacho Doce e
Ricardo Moraes, da agência Reuters, viajaram pela Amazônia registrando diversas formas de desmatamento: extração ilegal de madeira, queimadas, garimpos, a expansão da
pecuária e das monoculturas de grãos na região Oeste do Pará foram registradas
em imagens de Santarém, Uruará, Novo Progresso, Castelo dos Sonhos (distrito de
Altamira, na região da BR-163) e Morais de Almeida (distrito de Itaituba). Há
ainda fotografias de outras regiões e registram a construção de hidrelétrica no
rio Teles Pires, a invasão de terras indígenas e fornos para a produção de
carvão.
Parte deste registro pode
ser visto AQUI.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
No Facebook...
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| Fotografia: Marciane Tapeba |
Leia: Dilma ouve queixas por mais creches e demarcações
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Mobilização Nacional Indígena: imagens
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| Foto: NINJA |
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| Foto: Henyo Trindade Barretto Filho |
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| Foto: Centro de Trabalho Indigenista |
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| Foto: Oswaldo Braga - ISA |
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| Foto: Ana Paula Sabino. |
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| Foto: Pedro Rocha |
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| Foto: Henyo Trindade Barretto Filho |
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| Foto: André D'Elia |
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| Foto: NINJA |

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| Foto: Coletivo Projetação |

terça-feira, 1 de outubro de 2013
Na madrugada: indígenas montam acampamento na Esplanada dos Ministérios
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| Fotografia: Mídia Ninja |
A atividade faz parte da Semana de Mobilização Indígena que conta com atividades em todo o país.
Acompanhe por AQUI.
domingo, 8 de setembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Greenpeace promove ato contra Shell em GP da Fórmula 1
Durante o Grande Prêmio (GP) de Fórmula 1 realizado no último domingo, 25 de agosto, o Greenpeace realizou várias ações de protesto contra a multinacional Shell que realiza perfurações de petróleo na região do Ártico.
Os ativistas apresentavam um logo modificado da empresa e realizaram voos de parapentes durante a prova, substituição da marca ao longo da pista abriu uma faixa diante da principal arquibancada e na hora da largada e ainda conseguiram deslocar um banner movido a controle a remoto diante do pódio de premiação, onde além do campeão da prova, Sebastian Vettel, estavam executivos da Shell, maior patrocinador do GP da Bélgica.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Exclusivo: identificados os vândalos que veem destruindo tudo
Fotos obtidas por nossas
equipes de reportagem nas principais cidades do país identificam os vândalos,
um pequeno grupo infiltrado, que vem promovendo atos de vandalismo e todo tipo
de baderna. Eles usam máscaras na época das eleições, depois, nada escapa da sua fúria:
comunidade são removidas, museus e escolas destruídas, hospitais já foram seriamente danificados, muitos deles repassados para grupos privados. Uma verdadeira depredação do patrimônio público. Cidadãos de bem repudiam
esse tipo de atitude.
Se você encontrar qualquer uma
dessas pessoas na rua, cuidado!
quarta-feira, 19 de junho de 2013
“Tsunami”: Manifestações chegam ao interior e fora do Brasil
A onda de manifestações de brasileiros chegou nesta terça-feira, 18 de junho, a várias capitais e cidades do interior do país. Pelo mundo, brasileiros protestaram nos últimos dias em dezenas de cidades dos EUA, Canadá, Austrália, Europa e América Latina. Enquanto isso, em sete capitais é anunciada a promessa para redução da tarifa dos transportes públicos: Porto Alegre, Cuiabá, Recife, João Pessoa, Manaus, Natal e Vitória. Nesta quarta, o protesto +Pão, – Circo! agita Fortaleza, na hora do jogo da seleção brasileira pela Copa das Confederações. O Governo Dilma anunciou que enviará homens da Força Nacional de Segurança para o Distrito Federal, Fortaleza, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte, sedes da Copa, para tentar conter as manifestações durante os jogos do evento. Nesta quinta, 20 de junho, atos nacionais deverão agitar centenas de cidades pelo país.
Florianópolis, SC (18 de junho). No interior do estado, há registros de protestos ainda em Chapecó, Joaçaba e Balneário Camburiú. Prefeitos de Joinville e Blumenau, anunciam redução no valor das passagens urbanas.
São Gonçalo, região metropolitana do Rio
Rio Branco, Acre
Londres: protesto de 2 mil brasileiros contou com apoiadores da Turquia, país que também vive uma onda mobilizações.
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| Foto: Lucas Borges |
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| Foto: TV Verdes Mares |
São Gonçalo, região metropolitana do Rio
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| Foto: G1 |
Juazeiro do Norte, Ceará: Após redução de salários dos professores municipais,
prefeito da cidade é cercado por milhares de manifestantes dentro de uma
agência bancária por mais de 7 horas. No interior do Ceará, há registros de protestos em Iguatu e Itapipoca
Arapiraca, Alagoas
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| Foto: Agência Miséria |
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| Foto: TV Gazeta |
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| Foto: Rayssa Natani/G1 |
Santa
Cruz de La Sierra, Bolívia
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| Foto: Flávia Souza |
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| Foto: Bruna Rocha |
Barcelona
Portugal: protestos em Lisboa, Porto, Faro e Coimbra
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| Foto: Movimento Alternativa Socialista |
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