Tasso se foi. Mas Cid foi reeleito. Cid, irmão de Ciro, cria de Tasso.
Ficaram no lugar: José Pimentel (PT), um reconhecido traidor, relator da reforma da previdência que atacou o funcionalismo público; Eunício Oliveira (PMDB), herdeiro do velho coronelismo do interior do estado.
E a bancada federal na Câmara? Antes, os deputados eram eleitos pelo PSDB. 19 de 22. Agora, as mesmas figuras são eleitas pela base aliada do PT. 21 de 22.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Frases
“Esse aí eu já mandei pastar!"
Disse agora a pouco, em entrevista ao Jornal do SBT, o quase ex-presidenciável Ciro Gomes sobre o ex-ministro petista José Dirceu . Dirceu teria ido ao Ceará “visitar” o irmão de Ciro, Cid Gomes, que é governador do estado e feito chantagens políticas.
Disse agora a pouco, em entrevista ao Jornal do SBT, o quase ex-presidenciável Ciro Gomes sobre o ex-ministro petista José Dirceu . Dirceu teria ido ao Ceará “visitar” o irmão de Ciro, Cid Gomes, que é governador do estado e feito chantagens políticas.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Corrida ao Planalto será a primeira só com 'infiéis'

Pela primeira vez desde a redemocratização, o País terá em 2010 uma eleição presidencial só com "infiéis". Todos os pré-candidatos cotados para a disputa já trocaram de partido ao menos uma vez durante suas trajetórias políticas. José Serra rompeu com o PMDB e ajudou a fundar o PSDB em 1988. Dilma Rousseff era adversária do PT no Rio Grande do Sul até sair do PDT, em 2000. Ciro Gomes já passou por cinco partidos, e Marina Silva trocou o PT pelo PV no ano passado.
A história indica que, em cada episódio de ruptura, prevaleceu a lógica eleitoral e o pragmatismo, aponta o pesquisador do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) Celso Roma. Estudioso do PSDB, ele critica os analistas que "valorizam em demasia o aspecto ideológico como variável explicativa da fundação do partido".
Serra rompeu com o PMDB apenas dois anos depois de ter conquistado, na onda do Plano Cruzado, seu primeiro mandato eletivo, de deputado constituinte, em 1986. Com Fernando Henrique Cardoso e Mario Covas, saiu atirando: o manifesto de fundação da legenda dos tucanos acusava o então presidente José Sarney de "aderir às estruturas autoritárias do Estado em vez de reformá-las" e de deixar que as políticas sociais se esvaíssem "na ineficiência burocrática e no empreguismo".
O rompimento de Dilma, em 2000, com o PDT foi traumático. Leonel Brizola, seu guru, a pressionava para que deixasse o cargo de secretária de Minas e Energia no governo de Olívio Dutra (PT) e apoiasse a candidatura de Alceu Collares à prefeitura de Porto Alegre, contra o petista Tarso Genro. Dilma preferiu trocar de partido, apoiar Tarso e permanecer no cargo.
Ciro começou no PDS, partido que dava sustentação ao regime militar. Em 1982, foi eleito deputado estadual, e um ano depois foi para o PMDB. Em 88, migrou para o PSDB, pelo qual se elegeu governador do Ceará, em 90. Buscou abrigo no PPS em 96, para disputar a Presidência. Em 2003, quando o PPS se alinhou à oposição contra o governo Lula, se filiou ao PSB. Marina Silva, um dos símbolos do PT acreano, anunciou sua saída do partido em agosto de 2009 para entrar no PV.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo e foram retiradas do Yahoo notícias.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Falta de luz surpreende Lula e Dilma no São Francisco
LEONENCIO NOSSA*
SERTÂNIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pernoitou, de ontem para hoje, no alojamento de um canteiro de obras do projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, em um município do sertão pernambucano, a 360 quilômetros da capital Recife. Um dos imprevistos da noite foi a falta de energia no galpão onde ele e os pré-candidatos à Presidência Dilma Rousseff (ministra-chefe da Casa Civil) e o deputado Ciro Gomes (PSB) jantavam.
As luzes se apagaram por volta de meia-noite, causando certo pânico em agentes de segurança e engenheiros responsáveis pelas instalações. Naquele momento, a comitiva presidencial assistia a uma apresentação do cantor regional Maciel Melo. Mesmo na penumbra, Lula e seus convidados continuaram acompanhando o violeiro nordestino. A energia voltou após o conserto de um dos geradores do acampamento.
Minutos depois, mais um susto para seguranças e engenheiros: a energia elétrica faltou novamente. Um farolete foi instalado no galpão. Após novo conserto, a ministra Dilma foi a primeira a deixar o local. Também fazem parte da comitiva os ministros Franklin Martins (Comunicação Social) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e os governadores Eduardo Campos (Pernambuco) e José Maranhão (Paraíba).
A visita de Lula às obras continua hoje. Pela manhã, o presidente dará entrevista a rádios da região e assistirá a uma apresentação de técnicos do Ministério da Integração Nacional sobre o projeto de transposição do São Francisco. À tarde, o presidente estará em canteiros de obras nos municípios pernambucanos de Floresta e Cabrobó, onde passará a segunda noite da viagem. O retorno a Brasília está previsto para amanhã.
As obras de transposição das águas do Rio São Francisco consumiram até agora cerca de R$ 1 bilhão. O projeto total está orçado em R$ 6,9 bilhões. Lula pretende entregar ao final do seu mandato, em dezembro do próximo ano, 220 quilômetros de canais - cerca de 30% dos 722 quilômetros previstos nas obras. Atualmente o projeto emprega 8.500 pessoas nos Estados da Bahia, de Pernambuco e da Paraíba. O consórcio de empreiteiras das obras recebe cerca de R$ 100 milhões por mês de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Fonte: Agência Estado
SERTÂNIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pernoitou, de ontem para hoje, no alojamento de um canteiro de obras do projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, em um município do sertão pernambucano, a 360 quilômetros da capital Recife. Um dos imprevistos da noite foi a falta de energia no galpão onde ele e os pré-candidatos à Presidência Dilma Rousseff (ministra-chefe da Casa Civil) e o deputado Ciro Gomes (PSB) jantavam.
As luzes se apagaram por volta de meia-noite, causando certo pânico em agentes de segurança e engenheiros responsáveis pelas instalações. Naquele momento, a comitiva presidencial assistia a uma apresentação do cantor regional Maciel Melo. Mesmo na penumbra, Lula e seus convidados continuaram acompanhando o violeiro nordestino. A energia voltou após o conserto de um dos geradores do acampamento.
Minutos depois, mais um susto para seguranças e engenheiros: a energia elétrica faltou novamente. Um farolete foi instalado no galpão. Após novo conserto, a ministra Dilma foi a primeira a deixar o local. Também fazem parte da comitiva os ministros Franklin Martins (Comunicação Social) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e os governadores Eduardo Campos (Pernambuco) e José Maranhão (Paraíba).
A visita de Lula às obras continua hoje. Pela manhã, o presidente dará entrevista a rádios da região e assistirá a uma apresentação de técnicos do Ministério da Integração Nacional sobre o projeto de transposição do São Francisco. À tarde, o presidente estará em canteiros de obras nos municípios pernambucanos de Floresta e Cabrobó, onde passará a segunda noite da viagem. O retorno a Brasília está previsto para amanhã.
As obras de transposição das águas do Rio São Francisco consumiram até agora cerca de R$ 1 bilhão. O projeto total está orçado em R$ 6,9 bilhões. Lula pretende entregar ao final do seu mandato, em dezembro do próximo ano, 220 quilômetros de canais - cerca de 30% dos 722 quilômetros previstos nas obras. Atualmente o projeto emprega 8.500 pessoas nos Estados da Bahia, de Pernambuco e da Paraíba. O consórcio de empreiteiras das obras recebe cerca de R$ 100 milhões por mês de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Fonte: Agência Estado
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Protesto II: Separados
A revista Veja, visando atingir o presidenciável Ciro Gomes, resolveu fazer uma matéria jocosa sobre Sobral, maior cidade do Norte do Ceará.
A população local não gostou nadinha de “Vida brasileira: The United States of Sobral”, e promete uma queimação da revista hoje no “Beco do Cotovelo”, reduto de histórias, fofocas e protestos na cidade.
A população local não gostou nadinha de “Vida brasileira: The United States of Sobral”, e promete uma queimação da revista hoje no “Beco do Cotovelo”, reduto de histórias, fofocas e protestos na cidade.
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