Quem disse: “A Amazônia é nossa, e não para servir a interesses de ONG`s internacionais que se infiltram no governo”?
a) O general Augusto Heleno, mais uma vez fazendo coro à mídia conservadora e a setores do judiciário que são contra a demarcação da Terra Indígena Raposo Terra do Sol, em Roraima;
b) O advogado Dilton Tapajós, às turras com funcionários do Incra a quem acusa de pertencer ao Greenpeace e ao Imazon;
c) Luis Carlos Tremonte, presidente do Simaspa, às birras com o governo a quem acusa de não cumprir compromissos com o “setor florestal” (madeireiros);
d) Um boto tucuxi, revoltado com o atraso da 9ª parcela do projeto “Cetáceos do Lago Macacuá”, financiado por uma ONG norueguesa.
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domingo, 4 de maio de 2008
Pérola 02
Quem disse: “Hoje sentimos falta da ditadura militar e daqui a alguns dias sentiremos falta do AI-5”?
a) Delfim Neto, ministro da Fazenda nos anos de chumbo e atual aliado de Lula;
b) Aldo Rabelo, presidente do PCdoB, sentindo saudades dos tempos em que seu partido podia ser chamado de esquerda;
c) Luis Carlos Tremonte, presidente do Simaspa, querendo uma audiência com o presidente Lula;
d) Um recruta, revoltado com o último reajuste dado à categoria (de R$ 235,20 para R$ 471,00).
a) Delfim Neto, ministro da Fazenda nos anos de chumbo e atual aliado de Lula;
b) Aldo Rabelo, presidente do PCdoB, sentindo saudades dos tempos em que seu partido podia ser chamado de esquerda;
c) Luis Carlos Tremonte, presidente do Simaspa, querendo uma audiência com o presidente Lula;
d) Um recruta, revoltado com o último reajuste dado à categoria (de R$ 235,20 para R$ 471,00).
Pérola 03
Quem disse: “Foi o governo quem nos incentivou a fazer projetos e manejo florestal em assentamentos comunitários e agora dificulta sua liberação, tirando a expectativa de milhares de famílias”?
a) A entidade “Movimento Social” a quem o ex-Superintendente do Incra em Santarém responsabiliza por tudo que fez e deixou de fazer;
b) O assentado número SM0001539387;
c) Luis Carlos Tremonte, presidente do Simaspa, que não tá nem aí para interdição de assentamentos ou para o debate se a idéia foi do Incra ou do SFB, querendo pressa;
d) Mensagem subliminar psicografada pelo Instituto Chico Xavier em que se comprova que no Brasil e no Além, ninguém tem culpa de nada.
a) A entidade “Movimento Social” a quem o ex-Superintendente do Incra em Santarém responsabiliza por tudo que fez e deixou de fazer;
b) O assentado número SM0001539387;
c) Luis Carlos Tremonte, presidente do Simaspa, que não tá nem aí para interdição de assentamentos ou para o debate se a idéia foi do Incra ou do SFB, querendo pressa;
d) Mensagem subliminar psicografada pelo Instituto Chico Xavier em que se comprova que no Brasil e no Além, ninguém tem culpa de nada.
Pérola 04
Quem disse: “No momento em que houver um derramamento de sangue (...) os responsáveis são os governos federal e estadual que querem a guerra”?
a) George Bush, planejando invadir mais um país no Oriente Médio;
b) Marcola do PCC, em entrevista exclusiva à revisa Contigo!;
c) Luis Carlos Tremonte, em mais uma ameaça contra o Estado visando o atendimento de seus desejos;
d) A enfermeira Ana Néri, reclamando das péssimas condições de trabalho no banco de sangue.
a) George Bush, planejando invadir mais um país no Oriente Médio;
b) Marcola do PCC, em entrevista exclusiva à revisa Contigo!;
c) Luis Carlos Tremonte, em mais uma ameaça contra o Estado visando o atendimento de seus desejos;
d) A enfermeira Ana Néri, reclamando das péssimas condições de trabalho no banco de sangue.
Respostas
Leiam uma entrevista em http://www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=250&codigo=338607
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Em briga de marido e mulher, eu não meto a colher!
“Ela nos traiu, agiu como um Judas, pois o setor a apoiou em duas eleições, ela fez um monte de promessas bonitas e agora nos trata como se fôssemos bandidos”.
Fonte: O Liberal, 27 de abril.
A frase bombástica acima é de Luis Carlos Tremonte, presidente do Sindicato da Indústria Madeireira do Sudoeste do Pará (Simaspa) sobre a governadora Ana Júlia, numa verdadeira crise conjugal. Será que ele foi o último a saber?
Fonte: O Liberal, 27 de abril.
A frase bombástica acima é de Luis Carlos Tremonte, presidente do Sindicato da Indústria Madeireira do Sudoeste do Pará (Simaspa) sobre a governadora Ana Júlia, numa verdadeira crise conjugal. Será que ele foi o último a saber?
segunda-feira, 14 de abril de 2008
1° de abril?: "Produtores rurais aderem ao desmatametno zero"
Produtores aderem a desmatamento zero e fazem pacto pela legalidade
Paulo Leandro Leal
Da redação
Uma série de reuniões realizadas na semana passada, em Brasília, pode desencadear uma adesão de vários municípios paraenses e mato-grossenses ao desmatamento ilegal zero. A proposta foi apresentada pelo setor florestal do sudoeste do Pará aos Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Desenvolvimento Agrária (MDA), como forma de garantir a redução dos índices de desmatamento no Pará. Novo Progresso, um dos municípios paraenses incluídos na lista negra da devastação, aderiu à proposta, fazendo um pacto anti-desmatamento.
Segundo Agamenon Menezes, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso, o que houve foi uma trégua ao desmatamento, com a condição de que o governo providencie a titulação das áreas sob posse mansa e pacífica e que beneficie aqueles que atuam na legalidade. Ele disse que os produtores rurais do município aprovaram por unanimidade a proposta de aderir ao desmatamento zero, que as negociações com o governo federal estão avançando rapidamente e que existe uma expectativa de que a classe produtiva ganhe com a adesão.
Agamenon revela que uma equipe do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) está trabalhando na região no sentido de viabilizar a titulação definitiva das terras. Além disso, houve a liberação de alguns planos de manejo que estavam paralisados, outra reivindicação dos produtores. "As negociações com o Incra avançaram muito, já começou a ter resultados. Estamos conversando com a Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) sobre os licenciamentos das propriedades", informou o ruralista, afirmando que o objetivo é trabalhar totalmente de acordo com a legislação ambiental.
A trégua dada e o fim das derrubadas nas terras dos produtores, revela Agamenon, é uma espécie de transição para um período de legalidade total, no qual os produtores só voltariam a derrubar de acordo com a lei, ou seja, até atingir o máximo de 20% da propriedade. "Trabalhar na legalidade é mais caro, portanto, estamos pedindo o apoio do governo para beneficiar àqueles que optaram pela regularização", diz, informando que a trégua só será mantida se o governo cumprir com o que foi acordado. "Mas temos certeza de que isso vai acontecer", diz o ruralista.
"Nós firmamos o compromisso de não desmatar mais se o governo atender as nossas reivindicações", reforça Agamenon, explicando que o processo de regularização fundiária está avançando, o que vai propiciar melhores condições de trabalho ao setor produtivo. "É uma experiência nova que estamos vivendo aqui que, se der certo, vamos expandir para outros municípios e estados da Amazônia", espera o presidente do Sindicato Rural de Novo Progresso.
Outra entidade que está empenhada em fazer o projeto do desmatamento zero dar certo é o Sindicato das Indústrias Madeireiras do Sudoeste do Pará, com sede em Novo Progresso. Para o presidente da entidade, Luís Carlos Tremonte, a idéia é fazer com que o máximo de municípios aceitem aderir ao projeto. "Estamos articulando a adesão de muitos municípios do Pará e também do Mato Grosso ao desmatamento zero. Isso mostra que o setor florestal e o setor produtivo como um todo do Pará é o que mais quer a legalidade", diz Tremonte.
Para o empresário, o governo precisa entender que só vai reduzir os índices do desmatamento se tiver o setor produtivo como aliado. "Já cansamos de mostrar que somos contra o desmatamento, pois o madeireiro precisa da floresta. Por isso somos a favor do desmatamento zero, mas o governo tem que liberar os planos de manejo para gerar emprego e renda", diz, afirmando que, do contrário, as pessoas vão continuar desmatando além do permitido em lei.
Tremonte disse que em conversas com diversos representantes do setor produtivo e lideranças dos municípios, tem percebido boa vontade em relação a fazer um pacto pelo desmatamento zero, mas existe a expectativa de que o governo cumpra com os acordos firmados com o setor produtivo. "Não pode simplesmente parar de trabalhar e mandar milhares de pessoas para o desemprego. O governo tem fazer a sua parte beneficiando aqueles que querem trabalhar na legalidade", explica, acrescentando que, nos últimos quatro anos, houve muita repressão contra o setor florestal. "Temos mais de 600 ofícios encaminhados para as autoridades pedindo por legalidade, estamos conscientes de que fizemos a coisa certa", diz Tremonte.
Fonte:EcoAmazÔnia
Paulo Leandro Leal
Da redação
Uma série de reuniões realizadas na semana passada, em Brasília, pode desencadear uma adesão de vários municípios paraenses e mato-grossenses ao desmatamento ilegal zero. A proposta foi apresentada pelo setor florestal do sudoeste do Pará aos Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Desenvolvimento Agrária (MDA), como forma de garantir a redução dos índices de desmatamento no Pará. Novo Progresso, um dos municípios paraenses incluídos na lista negra da devastação, aderiu à proposta, fazendo um pacto anti-desmatamento.
Segundo Agamenon Menezes, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Novo Progresso, o que houve foi uma trégua ao desmatamento, com a condição de que o governo providencie a titulação das áreas sob posse mansa e pacífica e que beneficie aqueles que atuam na legalidade. Ele disse que os produtores rurais do município aprovaram por unanimidade a proposta de aderir ao desmatamento zero, que as negociações com o governo federal estão avançando rapidamente e que existe uma expectativa de que a classe produtiva ganhe com a adesão.
Agamenon revela que uma equipe do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) está trabalhando na região no sentido de viabilizar a titulação definitiva das terras. Além disso, houve a liberação de alguns planos de manejo que estavam paralisados, outra reivindicação dos produtores. "As negociações com o Incra avançaram muito, já começou a ter resultados. Estamos conversando com a Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) sobre os licenciamentos das propriedades", informou o ruralista, afirmando que o objetivo é trabalhar totalmente de acordo com a legislação ambiental.
A trégua dada e o fim das derrubadas nas terras dos produtores, revela Agamenon, é uma espécie de transição para um período de legalidade total, no qual os produtores só voltariam a derrubar de acordo com a lei, ou seja, até atingir o máximo de 20% da propriedade. "Trabalhar na legalidade é mais caro, portanto, estamos pedindo o apoio do governo para beneficiar àqueles que optaram pela regularização", diz, informando que a trégua só será mantida se o governo cumprir com o que foi acordado. "Mas temos certeza de que isso vai acontecer", diz o ruralista.
"Nós firmamos o compromisso de não desmatar mais se o governo atender as nossas reivindicações", reforça Agamenon, explicando que o processo de regularização fundiária está avançando, o que vai propiciar melhores condições de trabalho ao setor produtivo. "É uma experiência nova que estamos vivendo aqui que, se der certo, vamos expandir para outros municípios e estados da Amazônia", espera o presidente do Sindicato Rural de Novo Progresso.
Outra entidade que está empenhada em fazer o projeto do desmatamento zero dar certo é o Sindicato das Indústrias Madeireiras do Sudoeste do Pará, com sede em Novo Progresso. Para o presidente da entidade, Luís Carlos Tremonte, a idéia é fazer com que o máximo de municípios aceitem aderir ao projeto. "Estamos articulando a adesão de muitos municípios do Pará e também do Mato Grosso ao desmatamento zero. Isso mostra que o setor florestal e o setor produtivo como um todo do Pará é o que mais quer a legalidade", diz Tremonte.
Para o empresário, o governo precisa entender que só vai reduzir os índices do desmatamento se tiver o setor produtivo como aliado. "Já cansamos de mostrar que somos contra o desmatamento, pois o madeireiro precisa da floresta. Por isso somos a favor do desmatamento zero, mas o governo tem que liberar os planos de manejo para gerar emprego e renda", diz, afirmando que, do contrário, as pessoas vão continuar desmatando além do permitido em lei.
Tremonte disse que em conversas com diversos representantes do setor produtivo e lideranças dos municípios, tem percebido boa vontade em relação a fazer um pacto pelo desmatamento zero, mas existe a expectativa de que o governo cumpra com os acordos firmados com o setor produtivo. "Não pode simplesmente parar de trabalhar e mandar milhares de pessoas para o desemprego. O governo tem fazer a sua parte beneficiando aqueles que querem trabalhar na legalidade", explica, acrescentando que, nos últimos quatro anos, houve muita repressão contra o setor florestal. "Temos mais de 600 ofícios encaminhados para as autoridades pedindo por legalidade, estamos conscientes de que fizemos a coisa certa", diz Tremonte.
Fonte:EcoAmazÔnia
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