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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Aumento de R$ 2,00 no Bolsa Família “acaba com a miséria” no Brasil


O governo federal adotou o valor de R$ 70,00 de renda financeira por mês por pessoa como referencial para distinguir quem está na pobreza extrema no país. Até março deste ano, o governo espera “zerar” o Cadastro Único (CU) dos programas sociais do governo federal.

O assunto foi tema de fala da presidente Dilma Rousseff durante inauguração de uma usina de laticínios em um assentamento de reforma agrária em Arapongas, no Paraná, nesta segunda-feira, 04 de fevereiro.

Com 19,5 milhões de pessoas já incluídas nos programas sociais, Dilma fez um apelo para que o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) cadastrasse as famílias extremamente pobres ainda não incluída no cadastro. "Falta, pelas nossas contas, muito pouco. Mas as nossas contas estão incompletas, e eu peço aqui uma parceria com o MST no sentido de assegurar que nós cadastremos, no Bolsa Família e no Brasil Carinhoso, todas as famílias que ainda vivem na pobreza extrema no resto do Brasil. Agora, até o mês de março, nós vamos zerar o cadastro. No nosso cadastro não vai ter mais ninguém abaixo da pobreza extrema”, afirmou a presidente.

Pelos cálculos do Ministério do Desenvolvimento Social, ainda são cerca de 2,5 milhões de pessoas ou 700 mil famílias que, apesar de já beneficiadas com os programas sociais, ainda possuem renda menor que R$ 70, que caracteriza a pobreza extrema. São essas pessoas que o governo pretende atender até março, segundo Dilma.

A fórmula encontrada será, além de incluir os que ainda estão fora do cadastro, conceder um “reajuste” de R$ 2,00 no valor do programa “Bolsa Família”.

E assim, por meio deste tipo de iniciativa, Dilma prometeu em seu discurso uma verdadeira "revolução pacífica, ordenada". 

O Brasil assim, deverá se tornar a única sociedade na história da humanidade onde a pobreza foi eliminada, com data marcada (1° de abril), sem tocar na distribuição de riquezas, um verdadeiro milagre ou não seria um conto do vigário?

segunda-feira, 3 de maio de 2010

1º de maio em Fortaleza: Caminhada em defesa dos direitos dos trabalhadores

A camisa dele tinha os dizeres, em alusão à campanha salarial: ``Sou peão, sou de luta``. O pedreiro Francisco das Chagas Gonzaga, 51, aproveitou o Dia do Trabalho para reivindicar seus direitos como empregado. Chegou cedo à praça da Cruz, na Serrinha, para participar da caminhada classista unificada, que reuniu várias categorias profissionais, como bancários, motoristas de ônibus e servidores municipais. A caminhada seguiu em direção ao Terminal da Parangaba, rumo ao Ginásio Poliesportivo do bairro.

``Nós, da construção civil, trabalhamos 44 horas semanais. Dentro da jornada diária, temos só meia hora de descanso``, disse Gonzaga, que é membro da diretoria executiva do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil. De acordo com o coordenador estadual da Intersindical, que é uma central de trabalhadores, Ailton Lopes, a manifestação levantava principalmente as bandeiras da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e contra a criminalização dos movimentos sociais.

Lopes citou ainda a luta pela queda do fator previdenciário, que reduziu, em 1998, cerca de 23% da aposentadoria dos homens e 30% das mulheres.``Terça-feira que vem tem o reajuste dos aposentados. A gente quer que seja o mesmo aumento do salário mínimo, retroativo a janeiro de 2010``, acrescentou.

Trânsito
Logo que a caminhada começou, por volta das 10 horas, um lado da pista ficou fechado, gerando congestionamento. Os motoristas optaram por trafegar na contramão, dividindo a pista com o contrafluxo. Antes da manifestação chegar ao terminal da Parangaba, alguns ônibus faziam o embarque e desembarque de passageiros do lado de fora. ``Se eles entrarem, não vão conseguir mais sair, porque a manifestação vai fechar o terminal``, disse um dos auxiliares de operação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus).

``Queremos alertar a população que a manifestação está de passagem e é pacífica``, dizia um dos manifestantes ao microfone, citando a alusão ao Dia do Trabalho. A entrada e e saída do terminal, pela rua Carlos Amora, ficaram fechadas por cerca de 10 minutos. Usuários do terminal observavam com curiosidade. A Guarda Municipal compareceu, mas não houve atrito. Agentes da Autarquia Municipal de Trânsito (AMC) ajudaram no tráfego de veículos.

E-MAIS
O ambientalista José Maria Filho, que foi executado com 19 tiros em Limoeiro do Norte no dia 21 de abril, foi lembrado durante a caminhada. O presidente do Sindicato dos Servidores de Limoeiro do Norte, Reginaldo Ferreira, veio a Fortaleza para reivindicar, durante a manifestação, a federalização das investigações do caso. Segundo ele, lá é um projeto gerenciado pelo Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).

``É isso que nos leva a pedir a federalização da investigação. Não estamos pedindo à toa. Não confiamos na polícia estadual. Já houve várias mortes e ninguém sabe quem matou``, reclamou. Ferreira acrescenta que no dia 12 de maio, às 15 horas, haverá audiência pública no Instituto Centro de Ensino Tecnológico (Centec) de Limoeiro do Norte contra a pulverização aérea, que já é proibida por lei municipal.

Fonte: Raquel Maria Rigotto enviado por correio eletrônico por Reginaldo Ferreira.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O Dia da Mentira no Incra de Santarém

O dia nacional contra as mentiras do governo Lula foi de paralisação na Superintendência do Incra em Santarém. Pela manhã, houve abertura de faixas e panflatagem no portão do órgão, ato organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal e Associação Nacional dos Engenheiros Agrônomos.

Infelizmente, a forte chuva que caiu desde cedo e seguiu por todo o dia, impediu a unificação dos servidores na Delegacia do Mininstério da Fazenda, onde outros servidores de vários órgãos também paralisaram suas atividades.

Veja as fotos abaixo:


Leia ainda:
'Ato da Mentira' - servidores federais protestam contra o governo (Notapajós)

terça-feira, 30 de março de 2010

1° de abril é Dia Nacional de Lutas

O tradicional “Dia da Mentira” será um Dia Nacional de Lutas do funcionalismo público federal contra as mentiras do governo federal, em especial as falsas mesas de negociação montadas nos últimos três anos e que agora se esvaziam diante do Projeto de Lei 549/2009 que está para votação na Câmara dos Deputados (Veja sobre isso em: Congelando: governo e Congresso querem a paralisia do serviço público federal).

No Pará, o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais (SINTSEP) planeja com outros setores a realização de Atos Públicos em Belém e Santarém.

Na capital a mobilização será organizada por sindicatos, Conlutas e Intersindical. Será no Ministério da Fazenda (Avenida Gaspar Viana com Presidente Vargas). Em Santarém, a concentração será no Ministério da Agricultura.

Nos outros estados também acontecerão atos nesse dia.

*Com informações do SINTSEP/PA.