Em várias cidades pelo país,
a quinta-feira, 28 de junho, foi marcada por atos de servidores públicos
federais.
Enquanto faltam
recursos para políticas públicas como saúde e educação, o governo destina
47,19% do orçamento para o pagamento de juros da dívida pública, além de ter
concedido nos dois últimos anos R$ 155 bilhões em isenções fiscais para grandes
empresas. Como forma de denunciar essa inversão de prioridades, docentes, técnico-administrativos e estudantes das instituições federais de ensino realizaram atos em
frente às sedes do Banco Central em várias capitais. Em muitas deles, outros
servidores em greve engrossaram a mobilização.
Em São Paulo, professores,
técnicos-administrativos e estudantes da Unifesp, UFSCar e UFABC, se
concentraram no vão do MASP e partiram em caminhada pela Avenida Paulista ainda
no período da manhã. O ato que se encerrou em frente ao Banco Central. Em
Brasília, o ato contou com servidores da base do Andes, Fasubra e Sinasefe.
Em várias
cidades, além das categorias da educação, participaram servidores em greve de órgãos
como o Incra, Judiciário, IBGE e do próprio Banco Central.
Ocorreram
manifestações ainda em Curitiba, Belém, Fortaleza e Belo Horizonte.
Em Santarém,
pelo menos 50 servidores da Funasa, Incra e Ufopa, além de estudantes,
participaram de um ato pelo centro da cidade.
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Ato em Brasília |
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Curitiba |
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São Paulo |
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Belém |
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Santarém |